Cerveja Envelhecida

Nesses últimos meses abrimos nosso baú da dádiva. Estava cheio de cervejas D-roj Plezuro envelhecidas há anos, de diversos estilos.
 
Em dezembro passado abrimos duas Plezuro Ambro. Uma com mais de 2,5 anos de armazenamento e outra com quase 2 anos. A de 2,5 anos (lote 195) estava com aspuma persistente, aroma marcante, paladar agradável e, claro, um pouco oxidada, como parte do estilo. Já outra, não estava a mesma coisa. Levemente azeda. Provavelmente porque já foi engarrafada com alguma contaminação.
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Em janeiro, foi a vez de mais uma Plezuro Lote 195. Essas experimentamos com os confrades Alan e Fabricio Kriger, alem de Rene e Patricia. As opiniões foram as mesmas. Todos gostaram, mesmo levemente carbonatada: espuma persistente, aroma marcante, paladar agradável. Um novo conceito de cerveja envelhecida.
 
Agora em fevereiro foi mais uma cerveja D-roj Plezuro envelhecida a mais de 1,5 anos. Seria a única e primeira vez que enviaríamos para um concurso, mas ficou um pouco carbonatada. Dai desistimos.
Seria um Irish Red Ala, com lupulos terrosos ingleses. O sabor, aroma e carbonatação estavam praticamente o mesmo. Exceto um pouco oxidada. O que é normal, principalmente engarrafada com tampinha.
 
Cervejas envelhecidas duram mais quando feitas com maltes escuros, engarrafadas com rolha e refermentadas na garrafa, como os "champanhes". Ah, também tem que guardar em local fresco e escuro.
 
Estamos preparando algumas com rola pra daqui alguns anos experimentarmos, se essa provincia do ES não ruir.
 
Tostoj!
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